sexta-feira, 25 de abril de 2008

Pet Shop

Eu segui alguns passos para tentar reestruturar minha vida financeira. Um deles é o ato de anotar todos os gastos para tentar ter um controle de onde cosumo mais e assim diminuir os gastos supérfluos.
Achei uma planilha bem legal no site Bolsa de Mulher, aliás, o site merece uma indicação (se é que eu já não fiz isso aqui), porque traz vários temas do universo feminino.
A tabela de gastos diários e mensal tem vários itens, acabei cortando alguns que não utilizo como gasolina, lavanderia, estacionamento, lava - rápido e faxineira. Mas essa semana tive que acrescentar na lista um item que havia riscado: pet shop.
Ganhei uma cachorrinha linda, filhote de labrador, um doce. O nome dela é Mel. Tem quase 60 dias. Agora me preocupo com vacinas, ração e etc... É muito bom ter um bichinho apegado a você. Fazia anos que não sentia isso.
É tão gostoso chegar em casa e ser recebida por uma bolinha de pelos que vem pra perto de você balançando o rabinho e pedindo carinho. O clima da casa muda, fica com mais vida e fica mais alegre.
O cachorro é o melhor amigo do homem por ser o animal mais sincero e dedicado que existe, além disso, ele cuida da casa, brinca com as crianças e é domesticável. Eu fiz uma série de pesquisa sobre a raça labrador e descobri que é uma das melhores raças de grande porte que dá pra se ter em casa.
São animais dóceis e inteligentes, são cachorros pra andar junto. Eles têm forte desejo de servir, são de natureza gentil e sem indício de agressividade. O único problema que vou ter será quanto ao sedentarismo, porque essa raça de cachorro precisa de constantes exercícios e eu não sou de praticar nenhum tipo, por enquanto.
Além da alteração na tabela de gastos eu também estou rodando pra descobrir um bom veterinário e brinquedinhos para meu filhote. É gostoso ter alguém para me preocupar (já que não tenho filhos) acho que é por isso que dizem que o contato com animais é terapêutico.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

O Brasil não está preparado para grandes catástrofes

Essa semana as regiões Sul e Sudeste sentiram um tremor que chegou a margem de 5, 2 na escala Richter. O terremoto chegou a assustar moradores de prédios na região de Higienópolis, zona oeste da capital e também na zona sul.
Muitas pessoas com medo de desabamentos dos edifícios saíram desesperadas para as ruas e congestionaram as linhas do corpo de Bombeiros solicitando ajuda e explicação para o que estava acontecendo.
Os canais de televisão interromperam as programações para avisar o que acabara de ocorrer, durante toda a noite não falaram de outra coisa além do terremoto que teve o epicentro localizado no litoral paulista, repercutindo nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Joinville e sul de Minas Gerais.
Tudo foi muito rápido, o tremor não durou mais de cinco segundos, mas nos fez perceber que o Brasil não está preparado para sofrer grandes catástrofes, pois não temos estrutura para socorrer e abrigar as vítimas tão pouco para prevenir esses acidentes a tempo de retirar os moradores da área com antecedência.
Países que geralmente são atingidos por abalos geográficos desenvolveram importantes medidas para amenizar os estragos que esses acidentes geram. Um desses avanços mais importantes tem sido na área da construção civil. Em 1973, o código de construção civil, um conjunto de padrões internacionais para a construção civil, acrescentou especificações para reforçar os prédios contra a força de ondas sísmicas. Isto inclui o reforço de material de apoio, assim como o projeto de prédios flexíveis para absorver as vibrações sem cair ou se deteriorar.
Está na hora do Brasil acordar e tomar medidas para se prevenir em casos de desastres, e também educar o público como preparar a casa e como se deve agir em casos graves. Quem achava que o nosso país estava livre dessas ameaças da natureza se enganou, Deus deve ter desistido de ser brasileiro.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Do you speak english??


Eu cheguei a começar um cursinho de inglês, mas como não terminei o curso eu tenho não só a vontade como também a necessidade de terminá-lo. Para compreender textos e falas lentas eu até que me viro, no cursinho pré-vestibular tinha um professor muito bom, aprendi muita coisa, não posso negar, mas a falta de prática me fez enferrujar.
A língua inglesa é hoje um diferencial na hora de conquistar um emprego, seja em qual área for, no jornalismo então, é algo primordial. Lembro de uma vez que fui fazer teste para estágio no Consulado Inglês. Entedia tudo que a entrevistadora falava, mas na hora de responder a língua travava.
Eu sempre morri de vergonha de falar em inglês, mesmo sendo uma das melhores alunas, mas é que eu tenho dois probleminhas graves: perfeccionismo e insegurança. Outra coisa que me atrapalha muito é a preguiça, quando tenho que ler algo em inglês eu fujo. Quando é na internet eu acabo apelando para o Babel Fish que, aliás, tem um sistema horroroso de tradução, mas dá pra se ter idéia do que o texto fala.
Esses dias recebi um guia de viagem de Nova York, até tentei ler, mas não consegui e larguei o book em cima do computador junto com um dicionário. Outra coisa que também preciso aprender é gostar de inglês, sempre busquei a língua como uma ‘obrigação’, nunca me interessei por ela realmente.
O que não acontece com o espanhol, que amo de paixão, mesmo sem fazer curso eu falo, leio e escrevo muito bem. Mas porque sempre fui estimulada a procurar saber e conhecer esse idioma.
A Revista Nova desse mês trouxe uma matéria bem legal sobre esse ‘travar’ na hora de falar inglês, mesmo sabendo o que dizer você acaba ficando sem atitude, gagueja, ou simplesmente não sai nada do sua boca. Nada além do básico como o famoso “The book is on the table”.
Na matéria a autora que também revela que passa por esses problemas dá duas dicas importantes pra tentar superar esse trauma de falar a língua do Tio San como o simples ato de praticar, vendo filmes legendados e não dublados, conversar com amigos que dominam a língua. Outra dica seria aprender longe de livros, usando músicas e noticiários estrangeiros. Vou tentar!!!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Exponha-se

Esses dias me peguei assistindo uns vídeos no YouTube de uma turma de meninas que estão nos EUA fazendo intercâmbio. Não tinha nada de importante naqueles vídeos, mas percebi que se filmar fazendo nada e falando coisa nenhuma é a nova onda na internet.
Depois dos blogs, fotologs e orkuts agora você pode se expor fazendo um vídeo de qualquer coisa, filmado em qualquer lugar. Tudo para se mostrar, se aparecer. Filmes com pessoas comendo, dirigindo, pulando na cama, fazendo compras... Atitudes corriqueiras que não trazem nada de novo.
Na semana passada um grupo de meninas americanas gravaram e colocaram na internet um vídeo onde seis garotas espancavam uma colega que teve graves ferimentos e traumatismo craniano, elas tinham como objetivo a fama. E conseguiram.
Cada minuto que passa esses sites recebem centenas de vídeos de conteúdo dispensável, que alimenta somente o ego do autor e a curiosidade de quem se interessa por essas pessoas.
Uma moda absolutamente inútil que tem tomado espaço no mundo virtual. Isso acontece porque na internet você pode conhecer o mundo todo e pessoas do mundo todo podem te conhecer. Esse fato ilude muitas pessoas que querem ganhar destaque.
Eu ainda prefiro o anonimato, mesmo alimentando dois blogs, um fotolog e um orkut eu só divulgo o que é necessário que saibam de mim ou dos outros. Mas tem gente que não se importa com isso, quer se expor, que se aparecer. Nesse caso não tem outra saída, que ser expor? Exponha-se!


quarta-feira, 2 de abril de 2008

Trabalhos...

Estou desenvolvendo um projeto bem legal em parceria com uma nova amiga de profissão. Ela lá de Pernanbuco e eu aqui de Sampa escrevendo sobre coisas de meninas. Com certeza algo que trará bons resultados. Aguardem novidades.

Outra coisa legal que aconteceu é que consegui mais um freela free. Agora sou colaboradora do site Moda Digital. Escrevo sobre beleza, matérias curtas, mas bem interessantes sobre maquiagem, cabelos, pele e etc... Vale a pena conferir.

Enquanto o projeto não sai estou tendo uma experiência bem bacana com uma matéria que escrevi para o Guia da Semana, mas que por questões internas do site acabou não sendo publicado.
Como o assunto do texto é muito interessante acabei enviando para alguns amigos e amigas que precisavam ler as minhas conclusões sobre o tema... A reação de quem lê me deixa bastante feliz: Vou mostrar para fulana porque ela está passando por isso.
De modo informal muitas pessoas já leram o artigo que escrevi falando sobre os homens que gostam de iludir muitas meninas sem desejar ter algum relacionamento com ela.
Essa relação direta com leitores é muito legal. Aqui no trabalho do JP também acontece isso, meus artigos e editoriais são as únicas coisas que o editor chefe lê. E graças a Deus ele sempre aprova.

Para quem está ingressando agora no jornalismo e precisa ganhar experiência eu posso indicar essas duas dicas: procure trabalhos como colaboradores de sites e revistas, ainda que não seja remunerado ou monte um blog e mostre seu trabalho. Com certeza esse feed back recebido fará você evoluir muito.