terça-feira, 28 de abril de 2009

E agora jornalista?

Na sexta-feira passada um senhor que é presidente de uma associação de bairro veio até o jornal fazer uma denúncia contra a subprefeitura e o governo do estado alegando o descaso com dois bairros muito pobres que estão à margem do rio Tietê.
Pois bem, a parte do rio que passa nesses bairros está cheia de algas que impedem a passagem da água e também do lixo, que fica acumulado causando transtorno para os moradores da região.
Qualquer jornal se interessaria em pegar no pé das autoridades e resolver esse problema antes que venha uma chuva forte e inunde as casas ao redor, cerca de mil famílias. Mas aqui no JP, apesar de eu me incomodar muito com a situação, não há espaço para isso.
Eu estou com essa pauta na mão e não posso me aprofundar nela. Sempre achei que nosso papel é dar voz a essas pessoas, mas quando o dono do jornal conversou com o sr Roberto disse apenas isso: separa um pedaço pra fala dele. Sem fotos, sem maiores detalhes para isso.
Liguei para o "editor chefe" e a resposta dele foi: "Liga para subprefeitura, mas não compra essa briga não. O Jornal é do Povo, pero no mucho". Que decepção!
Bom, estou ao lado do telefone fazendo o que eu acho que é certo: cobrar posicionamentos e soluções. Mas sei que a matéria não causará impacto como eles esperam.
Mas fiquei super triste e não sei o que mais posso fazer. Repasso para algum outro jornal? Converso com o morador e digo que não podemos fazer nada? E agora?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Eu sou a favor do vestibular

Essa semana cerca de 1,5 mil jovens fizeram protesto aqui em São Paulo pedindo o fim do vestibular e que ele seja substituido pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) feito no final de cada um dos três anos letivos.
No ínicio do mês o ministro da educação fez a proposta de um novo Enem, no lugar de ser composto por 63 questões mais redação o exame novo substituiria o vestibular das universidades federais e teria 200 questões. Isso mesmo, 200. A prova, portanto, seria realizada em dois dias diferentes e já seria eliminatória.

Não concordo com nenhuma das duas propostas apresentadas, mesmo sem querer prestar um novo vestibular eu me atrevo a opiniar nesse assunto porque a proposta do ministro só aumentaria a exclusão dos alunos do ensino público nas universidades federais. Isso porque o ensino oferecido nessas escolas é de péssima qualidade aumentar o nível da prova só vai dificultar a entrada desses alunos nas faculdades.

Sem contar que isso também prejudicaria o acesso daqueles que pela nota do Enem desejam ganhar bolsa nas universidades particulares através do ProUni.

Ao meu ver o vestibular garante a qualidade das faculdades, todos sabemos que faculdade com vestibular dificil é faculdade boa e a medida mais eficaz para aumentar o número de alunos no ensino superior é melhorar a qualidade das aulas, não tem outra alternativa.

Na fotografia estudantes filiados a UNE e Ubes em protesto na Secretaria Estadual de Educação para propor o fim do vestibular.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Oba, feriado!!!

Algumas pessoas não gostam deles, acham que os brasileiros são folgados de mais, acho que a palavra preguiçosos se encaixa melhor... tudo por causa da quantidade de feriados que temos, mas para quem trabalha muito como eu um feriado de vez em quando cai bem.

Apesar de ter trabalhado o dobro para terminar em 3 dias o que faço em 4 dias e meio eu estou super contente por poder descansar amanhã. Minha vontade era viajar pra bem longe, curtir uma praia, ler um bom livro, ouvir menos barulho e respirar um ar mais puro, mas infelizmente ficarei aqui em São Paulo, a terra do caos que eu tanto amo.

Mas dia 21 temos outro feriado, depois só dia 1º de maio e 11 de junho esse último do semestre cai em uma quinta, quisera eu poder emendar a semana toda. Mas não é preguiça não, viu... é falta de férias... infelizmente "não" tenho esse direito aqui...





Olinda (PE) seria um ótimo destino para descansar no feriado... você tem alguma outra sugestão?

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Um advogado para chamar de meu

Finalmente consegui um advogado para chamar de meu. Não, não estou namorando nenhum profissional de direito, só estou contente por ter encontrado um profissional capacitado para atender minhas reclamações contra uma empresa onde trabalhei.
Confesso que minha total ignorância quanto a essa área me fez perder um tempão e quem sabe até os direitos que teria em outra ação que movi e não sei se a advogada contratada realmente abriu o pedido de indenização por danos morais e materiais contra o "abençoado" que me atropelou em 2005.
Sempre achei o direito uma ciência chata, uma área que não combina em nada comigo, talvez seja por arrogância, dizem até que rola um atrito entre advogados e jornalistas. Um dos professores da faculdade dizia sempre: "Advogado pensa que é Deus, jornalista tem certeza".
Fora essa brincadeira, eu confesso que para minha profissão entender de direito é muito importante, tanto que tinhamos aula de ética e legislação que englobava o código civil e as leis de imprensa. Apesar de ter boas notas e não aprendi muita coisa sobre isso não...
Sei que tem muitos jornalistas que também são formados em direito, inclusive a esposa do meu novo advogado é jornalista, ama a profissão, mas achou mais lucrativo ser advogada. Bom, diante desse mercado restritíssimo até eu me pego pensando em ter uma segunda profissão.
Depois dessa perda de tempo que tive com a outra advogada eu vou começar a ficar mais atenta quanto aos meus direitos, acredito que seria muito bom se tivessemos pelo menos uma noção dos nossos direitos como cidadãos, consumidores, funcionários e etc... Seria bom para sabermos o que exigir e de quem exigir.
Infelizmente eu não pensei nisso a tempo, mas agora com o novo advogado pelo menos essa causa eu posso ganhar e ser ressarcida pelo tanto de prejuizo que tive. Eu fiquei embasbacada diante de tantas coisas que tinha de errado naquela empresa e que nunca eu saberia.
Bom, agora eu sei e tenho que agradecer aqui a minha amiga Meyre, que sempre desconfiou da outra advogada e que me apresentou o seu advogado que agora também é meu. Valeu Meyre!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Qual o sexo do seu cérebro?

No site da Revista Época uma pesquisa revela que o cérebro humano apresenta características que diferenciam o masculino do feminino. A pesquisa prova que não é só os genitais que definem o sexo de uma pessoa.
Segundo os pesquisadores, durante o desenvolvimento dos seres humanos, como o homem era o caçador, desenvolveu um cérebro com habilidades manuais, visuais e coordenação para construir ferramentas. Por isso, um cérebro masculino tem mais habilidades funcionais.
Já as mulheres preparavam os alimentos e cuidavam dos mais novos. Elas tinham que entender os bebês, ler sua linguagem corporal e ajudá-los a sobreviver.
Faça o teste pelo link e descubra o sexo do seu cérebro. Meu resultado não mostrou nada além do que eu já sabia. Sou feminina, quase muito feminina.