quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Coisas da Vida...

Esses dias precisei sentar e conversar com algumas adolescentes para um esboço de um "novo trabalho", é incrível como essa geração é diferente da minha e olha que só tenho 24 anos. Mas tem coisas que não mudam, na geração da minha tataravó talvez não fosse assim porque os casamentos eram meio que "arranjados", mas da minha avó em diante a história de repete.
A Thaís, uma das 'entrevistadas' se queixava de ter que atender amigas desesperadas ao telefone por serem dispensadas ou trocadas pelos seus pretendentes. "Tem dia que eu não aguento ver tanta gente chorando por isso", dizia ela esperando receber de mim alguma palavra madura para mudar essa situação.
Infelizmente o que posso dizer sobre isso é que vamos crescendo e continuamos a conviver com essas queixas e por diversos momentos nós passamos para o outro lado da linha e fazemos também a nossa reclamação: ele não gosta de mim, ele me deixou, ele me trocou, ele me traiu, ele me iludiu e por aí vai.
É engraçado lembrar que enquanto somos novas pensamos que o passar do tempo vai resolver esses "contratempos" da vida, mas nem sempre isso acontece. É engraçado perceber que as reclamações amorosas são as mais constantes. Estava conversando com um amigo (sim, os meninos também sofrem com isso) sobre isso esses dias. Eu dizia pra ele que passamos por um desemprego, pela perda de um familiar, muitas vezes por doenças e não reclamamos tanto por essas coisas.
Mas se o assunto for paixão e seus infortúnios o choro é maior, a dor é maior, leva muita gente a ter depressão, a gente fica "acabada" mesmo. Eu sou pós-graduada em ficar "acabada" com isso. É difícil descrever a sensação que temos quando não somos correspondidos ou quando a "história de amor" acaba.
No final de 2007 escrevi uma matéria para o Guia da Semana onde contava uma experiência minha muito frustrante e angustiante. Tem quase dois anos que esse texto está no ar e eu ainda recebo e-mails de leitores dizendo o quanto se identificam com ele. Eu achei que por causa das correções da editora e por ela ter pedido algo mais "picante" muita gente ia reclamar, mas pelo contrário. O tema é mais comum do que eu imaginava.
Só que eu fico sem ter o que responder. O meu texto ajudou muitas pessoas, mas em mim ainda não fez efeito. Confuso isso, né? Já fiz de tudo para superar essa fase, mas é complicado. Hoje recebi um email a leitora dizia que lendo aquele artigo soube tomar a decisão para solucionar seu grande problema amoroso.
Eu já li várias matérias sobre botas e não consigo superar. Já escrevi vários textos sobre isso. Penso até em escrever um livro. Ele seria recheado das minhas angústias, talvez ele possa salvar outros corações apesar de ferir o meu. Já fiz de tudo, de tudo mesmo, mas é bastante complicado.
O que ameniza a dor é ligar para as minhas amigas. Tá vendo Thaís, ter alguém que nos ouve nesses momentos é melhor do que ter qualquer outra coisa. Que bom que suas amigas podem contar com você e que bom que eu tenho muitassss "Thaíses" do meu lado.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Brigadeiro de Microondas

Quem é que não gosta de fazer brigadeiro de panela no finalzinho da noite quando bate aquela vontade louca de comer um doce? Sei que esse pecado gastronômico é a tentação de muita gente, inclusive artistas famosas e modelos. Sim, aqueles corpitchos magrinhos também não resistem a essa delícia.
Bom, descobri um jeito muito mais rápido de fazer, a receita é a mesma, mas no lugar de ficar mexendo na panela é só levar para o microondas. Anote aí:

1 lata de leite condensado
2 colheres de chocolate em pó
1 colher de margarina sem sal

Misture bem em um recipiente para microondas e deixe na potência máxima por três minutos. Tire e misture mais um pouco, se for necessário coloque mais um ou dois minutos no microondas e pronto. Conforme for esfriando ele endurece. Fica bárbaro! Ah, dá pra usar o brigadeiro como cobertura de bolo de cenoura.

Dica importante: Usar achocolatado deixa o brigadeiro muito doce e dependendo da marca até enjoativo, por isso opte pelo chocolate.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Shopaholic

Já que toquei nesse meu lado Becky Bloom preciso contar um caso de superação que vivi hoje:
Como toda mulher consumista tenho crises que só passam quando a vendedora me dá a nota fiscal e entrega a sacola cheia.
Tirei o final da tarde pra matar esse desejo desenfreado de comprar qualquer coisa. Entrei em lojas, provei, não gostei, me irretei e tentei várias vezes. Quanto mais nervosa eu ficava me dava mais vontade de gastar.
Mas respirei fundo, olhei a última peça que estava provando e arranquei do corpo antes mesmo dela se ajustar e dar aquele falso sentimento de “problema resolvido”. Sai do shopping correndo e sem nada, porém muito feliz de ter rejeitado esse sentimento “do mal” que poderia acabar com a minha rescisão ( melhor dizendo, com a única parte que recebi dela – porque o JP está me enrolando :S). Às vezes respirar fundo ajuda a resolver esse descontrole.

Minha vida no cinema

Sempre me deparo com filmes que mostram situações parecidas com as que já vivi ou até mesmo com coisas que quero viver. A maioria trazem personagens jornalistas que faz com que eu me identifique ainda mais com eles. As semelhanças são tantas que muitas vezes são amigos que dão a dica do filme que, segundo eles, é "a minha cara", foi assim há alguns anos quando várias amigas me pediram para assistir o filme “Como Perder Um Homem Em Dez Dias”.

Em uma conversa sobre isso com a Lidi entramos em um acordo que o bom de ser jornalista é ver várias fases das nossas promissoras carreiras sendo exibidas em grandes clássicos do cinema. A melhor parte (para nós, claro) é que a grande maioria desses filmes trazem um romance bem sucedido no final.

Estou aqui fazendo um projeto antigo para quem sabe realizar um grande sonho profissional. Meu trabalho por enquanto é folhear revistas, anotar o nome de um monte de atores e ver no Google as sinopses dos filmes. Isso me fez lembrar dessas semelhanças - e quem sabe no meio desse “job” eu não ganho um romance de presente...

O último filme que vi que me inspirou muito foi “ Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, acho que por ser uma jornalista gastona que sonha com um emprego glamuroso e mesmo assim aceito propostas “pouco diferentes” disso...rs

Mas agora pode ser diferente... será que chegou minha vez?? Eba!!!