quarta-feira, 23 de setembro de 2009

De repente freelancer


Não tenho tido muito êxito nessa tentativa de voltar ao mercado formal de trabalho, área completamente abarrotada de profissionais e por esse motivo muito pouco valorizada, sem contar que hoje nem é mais regulamentada.
Esses dias cheguei em uma empresa e o dono já foi pedindo para eu entrar, ele tinha acabado de anunciar uma vaga para Criação de Marketing e achava que eu era a primeira candidata. Assustado com o currículo de jornalista ele me pergunta: e como você vai fazer agora que não precisa de Mtb?
Não sei o que vou fazer, mas por sorte virei freelancer. Estou com dois trabalhos engatilhados. Um começo para quem não tinha nada em vista. Assim como muitas pessoas o trabalho freelancer vira uma opção momentânea. Mas estou pensando em adotar isso como carreira. Será que consigo?
Conheço pessoas que já se deram bem com isso (né Lidi?) mas não sei se me encaixo no perfil de um profissional autônomo sem uma carteira de clientes que compareçam firmemente no final do mê$.
Fora isso, ainda preciso decidir se assumo o freela de jornalista ou de assessora. Infelizmente as pessoas não conseguem associar os dois trabalhos no mesmo profissional. Amo a reportagem, mas a assessoria é muito mais vantajosa.
No momento estou produzindo uma matéria para uma revista teen e fazendo a assessoria de um evento musical. Por enquanto dá pra conciliar, mas não sei decidir qual dos trabalhos eu invisto mais...
Enquanto não escolho deixo aqui algumas dicas que peguei no livro “Jornalismo Freelance, Empreendedorismo na Comunicação” de João Marcos Rainho:

Freela de texto:
Montar cadastro de editoras divididas por assunto e um cadastro de editorias por veículos.


Freela Assessoria:
Consiga um catálogo de empresas da área e de departamentos de comunicação de empresas. Saiba quem é quem nesses locais. Quem decide, quem contrata ou pode contratar freelas.

Regra geral:
Definir os veículos ou empresas aos quais você se julga apto para prestar serviços e depois faça contato.

sábado, 12 de setembro de 2009

Fazer o que se gosta

Acabo de voltar da Expo Cristã 2009, fui convidada para ajudar um amigo com algumas entrevistas para o site Casa Gospel, a última vez que tinha feito a cobertura desse evento e entrevistas com os artistas do meio foi em 2005, eu era apenas uma estudante com uma grande oportunidade de fazer o que sempre gostei: entrevistar.
A experiência de 2005 me marcou muito e hoje não foi diferente. O legal é ver o quanto a gente evolui nas técnicas de entrevista, sempre lembrando a importante dica de fazer a chamada "lição de casa" para na hora não ficar sem saber o que perguntar ou fazer perguntas óbvias. Até recebi um elogio (^^): "Nossa, você é jornalista de verdade, se todos fossem assim teríamos mais qualidade nas entrevistas", me disse um dos músicos.
É tão legal ouvir isso quando se enfrenta uma verdadeira guerra para tentar voltar ao mercado de trabalho, fora as cócegas que essas palavras fazem no ego... Bom, quando fazemos o que gostamos não tem como dar errado.
Amanhã é o último dia da feira que começou na terça-feira, dia 8 de setembro. Se der tempo ou se te interessar passe por lá, está muito legal. Para quem não gosta do "gospel" já adianto que na próxima semana já começa a Expo Music, os melhores músicos brasileiros dando sopa, quero dizer, autógrafos e pocket shows, vale a pena conferir!

As entrevistas de hoje estarão logo mais no CasaGospel.com. ;) Passa lá depois!!!!


* Foto: eu entrevistando a Vânia Marx

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Livros para ouvir

Acabei de ganhar um CD da minha mãe recheado de trechos de livros em MP3, já ouvi falar sobre esse novo modo de "ler" livros... Essa é uma maneira muito prática para quem mora em grandes cidades e gasta muito tempo para chegar ao trabalho, escola, faculdade ou até mesmo pra quem faz academia e etc.
Enquanto ouço as 15 faixas do CD eu resolvi deixar aqui essa pequena dica, para quem ainda não conhece dá pra fazer uma busca rápida no Google sobre os títulos já disponíveis em audio ou até mesmo acessar o site da PLUGME, empresa que forneceu essa pequena "amostra grátis" que chegou em minhas mãos com os grandes títulos dos últimos tempos como "O Pequeno Príncipe", "3:16, de Max Lucado" e outros... Dá vontade que comprar os CDs na íntriga ou até mesmo comprar o livro físico pra sentir os cheirinhos das páginas novas (eu adoro cheiro de livros).
Não sei se vou me acostumar em ouvir livros, mas mesmo para quem AMA segurar um, a experiência de ouví-los é bem bacana. Vale a pena!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Curriculum Vitae

Esses dias saí pela cidade com um roteiro de empresas onde gostaria de trabalhar e achei bastante engraçado como algumas pessoas se assustaram quando eu me apresentava e dizia que queria apenas deixar o meu currículo. Era como se eu estivesse meio ultrapassada já que nos dias de hoje os seres humanos “normais” optam em contratar serviços virtuais de recolocação, enquanto outras confiam no “toc toc” e saem às ruas para procurar emprego.
Bom, faz muitos anos que não frequento as famosas ruas do centro velho da capital paulista ( Rua 24 de Maio e Rua Barão de Itapetininga) onde estão fixadas muitas agências de empregos, mas nas últimas visitas que fiz por lá eu recebia muitos cartões com endereços eletrônicos dessas agências que parecia mais um pedido dos donos para diminuir as filas nas portas dos prédios e o acúmulo de papéis.
Em uma pesquisa rápida no Google não encontrei nenhuma curiosidade sobre a história do Curriculum Vitae (CV) só o que encontrei foi que sua tradução do latim quer dizer “trajetória de vida”, dizendo que nele colocamos informações sucintas sobre formação acadêmica e experiências profissionais.
Mas quem está disponível ao mercado sempre se preocupa em apresentar o melhor currículo ao examinador e para nos auxiliar existem inúmeros sites que ensinam como fazer um bom currículo. Seguindo essas dicas você se sente mais seguro na hora de tocar a campainha ou encarar a recepcionista e dizer que quer deixar seu CV.
Para quem acha que isso é coisa do século passado eu deixo a dica de um professor que tive na faculdade. Ele dizia que as empresas precisam te ver, te conhecer, perceber que além de formação e experiência você também tem interesse pelo trabalho daquela empresa. Tem forma melhor de demonstrar interesse do que rodar a cidade para encontrar seu lugar no mercado?

Não sou contra aos sites de recolacação profissional, muito pelo contrário, uso os gratuitos e participo de grupos de vagas, além de sempre vasculhar os Twitters que divulgam vagas na minha área. Acredito que nos tempos atuais devemos usar todas as formas possíveis para vencer o desemprego, eu, por exemplo, já cansei dele... Depois volto com outras dicas para quem está momentaneamente na mesma situação que eu.