quinta-feira, 27 de maio de 2010

BrandsClub dá R$10 de crédito para os Leitores do Bloco de Notas

Há algum tempo o site de compras BrandsClub tem entrado em contato comigo para oferecer a vocês, leitores, descontos na compra dos produtos vendidos por eles, que fazem parte do melhor clube privado de compras do Brasil.
O site revende as melhores marcas nacionais e internacionais com preços exclusivos que vão de 70% a 90% de desconto do valor original das lojas. Olha só que boa noticia!!! Nada de comprar "genéricos", leitores desse site podem se cadastrar no site que já terão R$10,00 de crédito para compras. Lembrando que os produtos são originais.
Acesse o site, se cadastre e aproveite as promoções. Tem marcas muito boas como Lacoste, Cris Barros, Puma, Daslu e muitas outras. Vale a pena conferir!!! Então, amigos, antes de passar pela 25 de março entre pelo link http://bit.ly/BCGroupe e veja as promoções que ocorrem por tempo limitado. Corre lá!!!!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Calças coloridas

Foto: Banda Restart
Ouvi uma pessoa conversando e falando muito mal dessa moda teen de usar calças coloridas. Na hora me recusei a participar daquela conversa tão ofensiva, não só por conhecer adolescentes que usam como também porque um dia eu já usei. E quer saber? Eu adorava usá-las.
Aqui em casa somos em três filhas, uma gosta do verde, outra do laranja e eu do azul royal. E era essas cores que preferiamos na hora de fazer compras. Tive umas três calças jeans dessa cor e era a minha identidade. Na época, claro, não era nenhuma "modinha" mas caracterizava o meu estilo.
É importante que o adolescente passe por essas etapas de procurar seu estilo. É uma forma de auto-conhecimento que com o tempo ou passa ou se estabiliza. No meu caso, meu tempo de calças coloridas já passou. E logo depois veio o de calça larga (saruel), e depois vieram as calças de boca de sino... e hoje está no jeans reto ou skinny.
Isso falando de roupa, quanto ao estilo musical eu não mudei muita coisa. Sempre gostei de rock, mas confesso que as calças largas vieram na época do "poperô" (não lembro como escreve) era para quem curtia música dance, hoje chamada de eletrônica.
O que eu quero dizer é que moda e identidade estão cada vez mais interligadas e que criticar esses jovens de forma ofensiva só pode retardar esse processo de formação que é adolescência. Até porque o que ele usa e curte hoje pode não ser o que ele vai curtir daqui alguns anos, mas vai fazer parte da vida dele como um aprendizado. Assim como fez na minha vida e hoje posso dizer que todas as fases que eu tive foram boas e importantes.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

A teoria do balde

Vi uma vez na TV, um jovem apresentador (acho que era VJ da Mtv) explicando a teoria do balde, uma tática usada pelos homens para não perder de vez as mulheres. Lembrei dessa matéria esses dias, quando recebi um e-mail de uma leitora do Guia da Semana pedindo ajuda, pois está vivendo um dilema com um “amigo”.
Apesar de não ter nenhuma boa experiência nesse assunto eu me pego respondendo com muita facilidade os e-mails que recebo e olha que já tem quase três anos que escrevi esse artigo.
A resposta para essa leitora foi sobre essa teoria que funciona assim: coloca um pouco de água em um balde e dá um chutão. O que vai acontecer? A água vai esparramar. Então os meninos dão chutes de leve nas meninas porque quando chuta de leve a água vai e volta.
Esse amigo dela, assim como outros casos que já “aconselhei” (quem diria) faz a mesma coisa. Não quer assumir um relacionamento mais sério, mas também não dá o fora definitivo. Ou pior: dá o fora e quando a menina aparece com outro cara eles aparecem fazendo cena de ciúmes. Já passou ou passa por isso?
Não é nada fácil deixar de gostar da pessoa de uma hora pra outra (eu que o diga) e por esse motivo nunca aconselho isso até porque detesto quando me falam: desiste desse cara! Mas também não podemos deixar que eles nos “usem” no sentido de só nos procurar quando estiverem na pior ou quando virem que podemos ser felizes longe deles.
O grande conselho que dou é colocar na balança tudo o que já aconteceu, se a balança pender pro lado bom onde você enxerga uma relação sadia então continue a sonhar e faça de tudo para ser feliz. Do outro lado, se o que pesar for as mágoas e choros evite qualquer tipo de contato. Isso pode não resolver as crises de choro, porque a saudade vai aumentando a cada dia (confesso), mas pelo menos vai evitar novas aflições e o tempo vai dizer o que vale ou não a pena.

sábado, 1 de maio de 2010

Traições

Enquanto busco algum site interessante para navegar nessa noite de sábado ouço o papo que vem da sala. Uma vizinha conversando com a minha mãe sobre o triste fim do seu casamento. Com dor, mas sem chorar, ela diz que jamais voltará a confiar em alguém, pois não imaginava que seria traída pelo marido e muito menos com uma conhecida da família.
Já ouvi várias histórias de traição. Algumas pessoas superam e perdoam. Outras caem em profundo desespero. Outra vizinha chegou a morrer de depressão. E apesar das minhas dores por crises de ciúmes eu nunca, jamais, senti algo parecido. Mas fico tentando imaginar o tamanho da dor de quem é trocada.
A auto-estima vai lá em baixo. A descrição de quem passa por isso é como se ela não valesse nada, se sentem como a pior da espécie. Fico vendo essa vizinha tentando continuar a vida. Ela se produz toda só para ir à padaria. Tentiva de encontrar um novo amor? Talvez. Mas acho que faz para se sentir viva mesmo. Para se olhar no espelho e gostar do reflexo e depois ficar imaginando qual a parte dela desagradou o ex-esposo para fazê-lo procurar outra mulher...
Perguntas que até as solteiras se fazem. Já escrevi isso em um artigo do Guia da Semana. O título era: O que ela tem que não tenho? Sei que é essa a pergunta que fica na cabeça das mulheres. A gente sempre acha que o erro foi nosso, nunca culpamos a falta de caráter da outra pessoa.
Não é fácil encontrar a resposta para tanta indagações, tão pouco é fácil olhar pra frente e imaginar uma vida sem ter do lado a pessoa que a gente escolheu para caminhar junto. E essa dor eu conheço bem. Não tem livro de auto-ajuda, nem terapia que resolva. Só o tempo mesmo, só ele faz a gente se acostumar com a saudade de momentos que não voltam mais.
Desculpem-me pela melação do texto de hoje, pensei em fazer login para escrever sobre política, mas o papo lá em baixo me fez pensar nessas coisas melosas. Sorry! #TPM