segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Namoro a distância


Tenho muitas amigas que conheceram, namoraram e até casaram com homens que viviam em outras cidades e até em outros países, mas recentemente uma amiga minha encontrou pela internet “o homem dos seus sonhos” que morava aqui mesmo em São Paulo. O relacionamento deu muito certo (graças a Deus), mas ele resolveu retomar seu antigo emprego em outro Estado e lá ficou minha amiga toda tristonha morrendo de saudades.

Hoje com a revolução tecnológica é muito normal encontrar casais que sobrevivam a relacionamentos á distância, tenho até outra amiga que namora há anos com um cara que ele nunca viu. Estranho? Não, moderno.

A edição de setembro da revista Gloss veio com uma reportagem sobre isso mostrando que é possível que o amor sobreviva ainda que milhares de quilômetros estejam no meio do casal.

Tentando animá-la em relação à saudade, eu pedi para que ela se imaginasse vivendo a20 anos atrás quando o MSN e o Skype não existiam. O jeito deles se comunicarem seria apenas por carta e telefone (se bem que naquela época o telefone era artigo de luxo)... tenta montar essa cena em sua cabeça, você morrendo de vontade de falar, ver, beijar e abraçar uma pessoa e ter que se contentar em ouvir a voz pelo telefone ou aguardar ansiosamente por uma carta.

Viva a tecnologia que aproxima as pessoas!!!

Bom, eu não passei por isso para poder dar dicas, mas além de comprar a revista, você também pode assistir ao filme "Amor à Distância", é muito legal!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

O que te leva a comprar?

Depois de ler muito sobre o assunto (e até esboçar um livro) sobre finanças pessoais eu posso dizer que estou bem mais educada. Hoje eu paro e penso duas vezes se realmente preciso comprar ou se é só impulso e/ou compulsão. Ainda não juntei 1milhão, mas pelo menos não estou no vermelho.

Dizem que nós, mulheres, nos produzimos para outras mulheres, assim como quando um homem compra um carro novo ele o faz para se exibir para seus amigos (vide meu pai que comprou um carro sem nem mesmo dirigir, só para dizer que #pode).

Enfim, compramos muitas coisas sem necessidade apenas para mostrar nosso poder de aquisição, ou para não ficar “por fora” da moda.

Assisti a um filme que me chamou muito a atenção: "Amor por Contrato", um romance que me deixou bastante pensativa, não a respeito do amor, mas sim do consumo, pois o longa mostra o estimulo do consumo que faz com que as pessoas gastem mais do que podem.

Na trama, os vendedores fingem que são uma família e se mudam para um bairro rico e passam a exibir produtos de última geração, incentivando as outras pessoas a comprarem aqueles produtos.

No final o vizinho que comprou tudo o que foi “estimulado pela família perfeita”, acaba se matando por estar ‘afogado’ em dívidas.


video

Quantas pessoas já não se afundaram para ter um padrão de vida acima do que elas realmente poderiam ter?

Por isso, antes de passar o cartão de crédito ou assumir uma dívida pense muito bem se você precisa daquilo e se terá condições de pagar a fatura depois.